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05/12/2019 | 13:00:08

Cpers intensifica a mobilização com atos em Independência e T. de Maio



Professores e trabalhadores em educação da Escola Amélio Fagundes fizeram um protesto na manhã desta quinta-feira (5) na cidade de Independência. Os servidores encenaram a “morte” da educação pública no Rio Grande do Sul diante do que consideram o pacote de “maldades” do governo. 


Já em Três de Maio, os grevistas se concentraram nesta manhã próximo a agência do Banrisul. As ações integram o calendário de mobilização do magistério, em greve desde o dia 18 de novembro. 


Ontem, uma carta com assinaturas de 7 mil educadores aposentados contra o conjunto de medidas do governo Leite foi entregue aos deputados estaduais. A diretora do Departamento de Aposentados do sindicato, Glaci Weber, conversou com os parlamentares sobre mudanças propostas pelo governo, como a de inativos que ganham abaixo do teto do INSS passarem a contribuir.


O Cpers contabiliza que Câmaras Municipais de 303 cidades gaúchas aprovaram moções de apoio aos educadores públicos estaduais; ou de repúdio ao pacote.


Já o Tribunal de Justiça do RS negou pedido de liminar, que foi protocolado pelo Cpers, para impedir o corte de ponto dos grevistas. O sindicato dos educadores e trabalhadores em educação alegou que o governo não pode descontar os dias parados dos servidores, uma vez que não está pagando os salários em dia. O recurso foi negado pelo desembargador Glênio Hekman, o qual entendeu que não há ato ilícito por parte do governo do Estado ao realizar os descontos, como o Cpers argumentava.


Em entrevista na Colonial FM 94,7, o diretor do 35º Núcleo do sindicato disse que a categoria estranha a decisão da Justiça. O Cpers publicou manifestação no Twitter afirmando que a “decisão tendenciosa que levanta sérias dúvidas sobre a isenção do julgamento e sugere cumplicidade com o governo Eduardo Leite.” Conforme o dirigente, o sindicato vai recorrer ao Pleno do Tribunal de Justiça.


Simon disse ainda que se o governador cortar o ponto dos grevistas, não haverá conclusão do ano letivo de 2019.



Confira a manifestação do Cpers na íntegra:


Estranhamos a decisão do desembargador Glênio José Wasserstein Hekman, indeferindo, nesta quarta-feira (4), o pedido liminar do CPERS para impedir o corte de ponto de grevistas.


Após 10 dias de espera, o relator age em franca contrariedade a entendimentos pacíficos tanto do TJ quanto do STF.


É uma decisão tendenciosa que levanta sérias dúvidas sobre a isenção do julgamento e sugere cumplicidade com o governo Eduardo Leite.


Recorreremos ao Pleno do Tribunal de Justiça e acreditamos que a justiça será restabelecida na análise do mérito, impedindo o corte de ponto de uma categoria que mal recebe o próprio salário, à revelia da Lei e da moralidade.


Que fique bem claro: se o governador cortar o ponto de grevistas, não haverá conclusão do ano letivo de 2019. Não somos escravos para trabalhar de graça.


Esperamos que Eduardo Leite tenha, com o alunado e suas famílias, a responsabilidade que lhe falta com os trabalhadores(as) da rede estadual.


Seguimos na luta, cada vez mais fortes e mobilizados. Avante, educadores(as)!



 

Fonte: Redação
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