O Hospital Vida & Saúde realizou, sábado (03/01) a primeira captação de órgãos de 2026 e a primeira captação de coração no Rio Grande do Sul neste ano. O doador, um homem de 33 anos, de Santa Rosa, foi vítima de traumatismo crânioencefálico. Na ocasião, foram captados coração, fígado e rins, possibilitando a chance de uma nova vida a pacientes que aguardam na fila de transplantes.
Todo o processo foi organizado e acompanhado pela Equipe de Doação de Órgãos e Tecidos para Transplante (E-DOTT), em conjunto com a equipe da Central de Transplantes, responsável pela captação e destinação dos órgãos.
A ação contou ainda com o apoio das forças policiais, que auxiliaram no deslocamento das equipes, garantindo agilidade e segurança no transporte do coração, órgão que exige rapidez para preservar sua viabilidade.
Para a coordenadora da E-DOTT do Hospital Vida & Saúde, enfermeira Thanyze Kretschmer, a captação representa mais do que um procedimento técnico. “Cada doação é um gesto de profunda generosidade. Mesmo em um momento de dor, a família doadora escolhe salvar vidas. Nosso papel é garantir que todo o processo ocorra com respeito, agilidade e cuidado, honrando essa decisão tão nobre”, destaca.
a primeira captação de órgãos de 2026 e a primeira captação de coração no Rio Grande do Sul neste ano. O doador, um homem de 33 anos, de Santa Rosa, foi vítima de traumatismo crânioencefálico. Na ocasião, foram captados coração, fígado e rins, possibilitando a chance de uma nova vida a pacientes que aguardam na fila de transplantes.
Todo o processo foi organizado e acompanhado pela Equipe de Doação de Órgãos e Tecidos para Transplante (E-DOTT), em conjunto com a equipe da Central de Transplantes, responsável pela captação e destinação dos órgãos.
A ação contou ainda com o apoio das forças policiais, que auxiliaram no deslocamento das equipes, garantindo agilidade e segurança no transporte do coração, órgão que exige rapidez para preservar sua viabilidade.
Para a coordenadora da E-DOTT do Hospital Vida & Saúde, enfermeira Thanyze Kretschmer, a captação representa mais do que um procedimento técnico. “Cada doação é um gesto de profunda generosidade. Mesmo em um momento de dor, a família doadora escolhe salvar vidas. Nosso papel é garantir que todo o processo ocorra com respeito, agilidade e cuidado, honrando essa decisão tão nobre”, destaca.