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ESTÚDIO 94

com JEFERSON PERCOSKI

Economia

Confira quais alimentos ficaram mais caros em 2026

Confira quais alimentos ficaram mais caros em 2026
Foto: Divulgação
  • 12/05/2026 - 12:53

Preparar as refeições no café da manhã, almoço e jantar ficou mais pesado no orçamento em 2026. Isso porque, produtos presentes na rotina da maioria das famílias brasileiras registraram aumentos expressivos no ano, segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta terça-feira (12/5).

Quem lidera a lista – e com folga sobre os demais – é a cenoura, com 79,35%, seguida pelo tomate (54,34%), pepino (48,60%) e abobrinha (36,10%). A alta do grupo “Tubérculos, raízes e legumes”, inclusive, em que estão incluídos os itens citados, foi expressiva nos primeiros quatro meses de 2016, alcançando 36,39%.

A explicação para o encarecimento está no campo. Eventos climáticos extremos, como excesso de chuva em algumas regiões e períodos prolongados de seca em outras, afetaram a produção, reduziram a oferta e impactaram diretamente os preços nas feiras e supermercados.

Além da influência do clima, os custos com transporte até o consumidor e dos insumos agrícolas também pressionaram o valor final.

Veja os alimentos mais subiram de preço em 2026:

Cenoura: 79,35%
Tomate: 54,34%
Pepino: 48,60%
Abobrinha: 36,10%
Feijão-carioca (rajado): 32,56%
Repolho: 29,28%
Cebola: 27,47%
Morango: 24,40%
Batata-inglesa: 21,53%
Leite (longa-vida): 21,39
Couve-flor: 21,32%
Brócolis: 20,84%
Batata-doce: 19,50%
Couve: 15,21%
Alface: 13,76%

As informações são do site Globo Rural